Vacina Abrysvo

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

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O que previne

Previne VSR (vírus sincicial respiratório)

Esquema de doses

Idosos
Recomendada na rotina pela SBIm, para pessoas a partir dos 70 anos de idade, independentemente da existência de comorbidades. Além disso, são recomendadas para pessoas de 60 a 69 anos que tenham comorbidades de risco para doença grave pelo VSR. São consideradas condições de risco aumentado: cardiopatias, pneumopatias, diabetes, obesidade, nefropatias, hepatopatias e imunossupressão, além de idosos fragilizados, acamados e/ou residentes em instituições de longa permanência; O esquema é de dose única, a qualquer momento, independentemente de sazonalidade; O uso concomitante com outras vacinas recomendadas para a faixa etária é permitido, embora estudos de segurança e imunogenicidade sobre aplicação simultânea ainda estejam em andamento; Os dados atuais demonstram proteção por duas temporadas. Até o momento, no entanto, não há evidências que sustentem a recomendação de reforços.

Gestantes • Apenas a Abrysvo® é recomendada para mulheres grávidas, com objetivo de proteger o bebê por meio da transferência dos anticorpos da mãe durante a gestação; • A SBIm recomenda como rotina entre 32 e 36 semanas de gestação, a qualquer momento, independente da sazonalidade; • No entanto, como a Abrysvo® é licenciada pela ANVISA a partir da 24ª semana de gestação, fica a critério médico o uso antes das 32 semanas; • Não há indicação a partir da 36ª semana porque a estratégia só tem sucesso na prevenção de doença do trato respiratório inferior (DTRI) por VSR no recém-nascido caso a vacinação ocorra pelo menos 14 dias antes do parto. Além disso, já há dados que demonstram que quanto maior o intervalo entre a vacinação materna e o parto, maior é a eficácia; • Pode ser coadministrada com as outras vacinas de rotina da gestante; • Não há recomendação para revacinação em gestações subsequentes, mas a orientação poderá ser modificada quando mais informações sobre a duração da proteção estiverem disponíveis.

Pessoas com comorbidades entre 18 e 59 anos anos
• A vacina Abrysvo está licenciada para administração em pessoas deste grupo com idade entre 18 e 59 anos, a critério médico;
• São condições de risco aumentado: cardiopatias, pneumopatias, diabetes, obesidade, nefropatias, hepatopatias e imunossupressão;
• O esquema é de dose única, a qualquer momento, independentemente de sazonalidade;
• O uso concomitante com outras vacinas recomendadas para a faixa etária é permitido, embora estudos de segurança e imunogenicidade sobre aplicações simultâneas ainda estejam em andamento.

Local de aplicação

Intramuscular

Contraindicações:

A vacina Abrysvo® é contraindicada para indivíduos com hipersensibilidade conhecida aos componentes da vacina.

Além disso, recomenda-se um intervalo mínimo de duas semanas entre a administração de Abrysvo® e a vacina contra tétano, difteria e coqueluche acelular (Tdap).

Para gestantes, a vacina é indicada entre 24 e 36 semanas de gestação, visando proteger o bebê desde o nascimento até os 6 meses de idade.

Efeitos e eventos adversos:

Dor no local da aplicação.

Vermelhidão e inchaço no local da injeção.

Cansaço leve.

Dor de cabeça.

Dor muscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.

Pessoas com história de alergia grave ao ovo de galinha, com sinais de anafilaxia, devem receber vacina em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas e permanecer em observação por pelo menos 30 minutos.

No caso de história de síndrome de Guillain-Barré (SGB) até seis semanas após a dose anterior da vacina, recomenda-se avaliação médica criteriosa sobre o risco-benefício antes de administrar nova dose.

Excetuando os casos aqui citados, não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Outra opção é a vacinação pentavalente, que previne difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b e poliomielite, que pode ser agendada na Maximune!

Ocasionalmente, a vacina não deixa cicatriz, o que pode ocorrer por duas razões:

Manifestações locais como dor, vermelhidão e endurecimento ocorrem em 15% a 20% dos vacinados. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas.

Manifestações sistêmicas também são benignas e breves. Febre, mal-estar e dor muscular acometem 1% a 2% dos vacinados. Têm início de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias, sendo mais comuns na primeira vez em que tomam a vacina. Reações anafiláticas são raríssimas.

Sabe-se que a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) pode ocorrer por mais de um motivo, mas em raras ocasiões seu surgimento coincidiu com a aplicação de uma vacina – nesses casos, surgiu entre um dia e seis semanas após a vacinação. Com exceção de uma vacina específica para gripe suína de 1976, todos os demais estudos que buscaram relação de causa entre vacinas influenza e SGB obtiveram resultados contraditórios, alguns encontrando essa relação e outros não. Até hoje não se sabe se a vacina influenza pode de fato aumentar o risco de recorrência da SGB em indivíduos que já a tiveram. Também é importante saber que alguns vírus podem desencadear essa síndrome.

Fonte: https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis

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